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Reportagens, Artigos e Entrevistas D(e)screver leituras 09/01/17
Começar pelo fim ou morrer a própria morte
A revista que fala a sua língua.
Começar pelo fim ou morrer a própria morte

Pelo meu planejamento, eu encerraria minha breve série de textos drummondianos no final de 2016, mas, por questões técnicas, soube que a publicação não seria possível na última semana de dezembro. Então pensei, nada mal, começo 2017 pelo fim daquele...leia mais

D(e)screver leituras 09/01/2017
Calendário

Um tempo raro, este,em que se toma folha de árvore por lixo,comoção coletiva por ação.Tempo em que nos partimos entre isto ou aquilo, como se entre essas pontas não houvesse, pelo menos,o isso. Como se entre janeiro e dezembro, não...leia mais

Ladrilhos: o fascínio pela palavra escrita 09/01/2017
Para John Berger

Rio de Janeiro, 1 de dezembro de 2016.Prezado Senhor John Berger,Espero que esta carta o encontre bem e com saúde. Peço perdão pelo inconveniente de colocá-lo diante das inquietações de uma total desconhecida, mas na impossibilidade de outra forma de...leia mais

Colunistas 07/01/2017
No arame

 Pondera o passo a dar. A vida é um plano inclinado, sabe-o bem. Há que descê-lo ou subi-lo tantas vezes quantas o capricho dos instantes o determinar. Ou sempre que nos convocam novos desafios. Viver é, por si só, um imenso...leia mais

Colunistas 06/01/17
Zumbidos na noite enorme

Como mostrou Griselda Pollock em diversas ocasiões, o feminismo pode ser uma espécie de abelha fria zumbindo sobre a noite enorme da História da Arte. Um modo de intervenção, de compreensão e de exposição crítica do sexismo que estrutura o...leia mais

Colunistas 02/01/17
Lições para um menino que chega tarde

1Sentimos que uma sombra havia acariciado a porta, mas não podia ser o gato. A primeira a notar foi minha irmã, Candelária. Parou de tocar piano quase no mesmo momento. Eu observava, entorpecido pela hesitante repetição da aula, um enorme...leia mais

Whats This? Dont Know Yet 01/01/17
O Passado é lugar estrangeiro

Ainda estava escuro, mas ela se levantou sem acender as luzes. Qualquer clareza provinha dos poucos flashes dos carros que passavam na rua e movimentavam de sombras o teto. Começou a fazer as malas que não eram dela. Ela não...leia mais

Arca 01/01/17
Coelhos na neve

A quem tem agasalhos o estado do tempo importa muito menos. Entendamos a casa como agasalho. Pode também ser nudez e pode ser amena, pode ser violenta, mansa, ou fortificada, pode estar escancarada, seja o que for a casa é...leia mais

Crônicas de Lisboa 29/12/16