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Preencher um deserto, o excesso



2014-04-10

Há uma expressão de uso comum, que atravessa várias das ordens da linguagem, um clichê, certamente remetida a uma natureza religiosa, que trata de alguém ou de algo ou alguma ação que é a de: “pecar pelo excesso”. Ora, de certa forma, todo e qualquer excesso é, por si só, uma forma de pecado, um desvio, guarda em si, um valor de transgressão. Da mesma forma seu avesso, o gesto de “pecar pela falta”, guardar para si, tomar alguma forma mesquinha, econômica, ser avaro nas formas, na maneira de dizer, tratando-se da linguagem. E, no âmbito da própria linguagem, ninguém...

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Carlos Augusto Lima

Carlos Augusto Lima é poeta e professor de literatura. Publicou Objetos (Alpharrábio Editora), Vinte e sete de janeiro (Lumme Editor), Manual de Acrobacias n.1 (Editora da Casa), O Livro da Espera (Alpharrábio Editora), Três poemas do lugar (La Barca) e Alcance a graça do verso (Edição do Autor).




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