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Máquina, variações e paisagens



2014-03-25

“como cavoucasse pedra, batia cabeça
(dura) por palavra bruta”
         Joana Corona

 
Paolo Rossi escreve um pequeno livro para pensar a relação do homem com a máquina a partir, principalmente, dos tratados técnicos, do pensamento de Da Vinci, Galileu, Bacon ou Leibniz e dos “livros de máquinas” do século XVI, de Biringuccio a Guidobaldo del Monte entre outros, numa tentativa de perceber os procedimentos e a distância, por exemplo, entre globus intellectuallis e globus mundi. O quanto a ciência serve a usos humanos quando explica fatos novos e seus desdobramentos para a história. Peter Sloterdijk sentencia aí o seu projeto de leitura...

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Manoel Ricardo de Lima
Manoel Ricardo de Lima é poeta e professor da Escola de Letras e no PPGMS [UNIRIO]. Publicou Geografia Aérea (7Letras), A forma-formante – ensaios com Joaquim Cardozo (EdUFSC), As mãos (7Letras), Jogo de Varetas (7Letras) e Falas Inacabadas (com a artista visual Elida Tessler) entre outros. Coordena a coleção “Móbile” de mini-ensaios para a Lumme Editor.



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