Imagem qb8282812016095903S87GK.jpg

Um muito obrigado para David Bowie



2016-01-27

Nós, a vagabundagem inspirada, ficávamos totalmente enlouquecidos com esse cancioneiro alienígena, pansexual, com aquele glitterismo alegria-alegria que contemplava em si a ideia de uma liberdade total.

De Bowie, lembro de ter ouvido pela primeira vez com “Modern Love” – um pop descaradamente dançante com lindas linhas vocais. De Bowie, um pôr-do-sol de inverno com “Space Oddity” nos arrepios da pele e, no paladar, o suor dela que, a contrapelo, nos atropela. De Bowie lembro de Lawrence Ferlinghetti: Fuck art, let’s dance! De Bowie, lembro da extraordinária capa de The Man Who Sold The World – desconstruindo em pleno setentão, de vestido, cabelos compridos, andrógino total, um barato. De Bowie, lembro de Gorillaz e Clint Eastwood. De Bowie na lagowie e Wim Wenders e aprendenders. De Bowie,...

Continuar lendo

AINDA NÃO TEM PLANO? SELECIONE:

MICROPAGAMENTO

R$ 6.80

ou

€ 1,10

APENAS ESTE ARTIGO

  1. Você pode acessar apenas o artigo que pretender ler. Faça um micropagamento para baixa-lo. É facil.

  2. A compra avulsa de um artigo não dá acesso ao conteúdo integral da revista.


MICROPAGAMENTO

R$ 6.80

ou

€ 1,10

APENAS ESTE ARTIGO

  1. Você pode acessar apenas o artigo que pretender ler. Faça um micropagamento para baixa-lo. É facil.

  2. A compra avulsa de um artigo não dá acesso ao conteúdo integral da revista.


  1. As assinaturas e os micropagamentos são necessários para manter a Revista Pessoa

  2. Precisa de ajuda ou mais informação?
  3. Entre em contato:
  4. revistapessoa@revistapessoa.com


Fabiano Calixto
Fabiano Calixto nasceu em Garanhuns, Pernambuco, em 1973. É doutorando em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo, USP. Publicou Algum (edição do autor, 1998), Fábrica (Alpharrabio Edições, 2000), Um mundo só para cada par (Alpharrabio Edições, 2001), Música possível (CosacNaify/7Letras, 2006), Sangüínea (Editora 34, 2007), A canção do vendedor de pipocas (7Letras, 2013), Para ninar o nosso naufrágio (Corsário-Satã, 2013), Equatorial (Tinta-da-China, 2014) e Nominata morfina (Córrego/Corsário-Satã/Pitomba, 2014). Seu novo livro de poemas, Fliperama, sairá em 2016.



Sugestão de Leitura


Tempos incríveis

O tempo é um estado: a chama em que vive a salamandra da alma humana.Andrei TarkovskiO barato para mim sempre foi o processo. Em tudo, ou quase ...

A borboleta amarela, a borboleta azul

Amor, vim te buscar em pensamento cheguei agora no vento Walter Franco Quando saímos de São Paulo, naquela manhã quente de um janeir ...

Enterrem meu coração na curva do Rio

Para Angie, Carlito, Duda, Heyk, Marianna, queridos amigos que cá estão, e para Zoé, que chega já já Foi a primeira vez que levei a poesi ...
Desenvolvido por:
© Copyright 2024 REVISTAPESSOA.COM