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Como borrar as fronteiras



2017-03-02

Quando ganhou o Premio Nobel, Wislawa Szymborska disse que a primeira frase de um discurso era a mais difícil: “Pois bem, essa eu já deixei para trás...”. É meio assim que me sinto com esse primeiro texto e, na dúvida entre chegar chegando ou explicar como essa coluna nasceu – e o que pretendo fazer com ela –, optei pela segunda opção, ainda que nem eu saiba direito o que ela vai ser.

Quando Ronaldo Bressane me escreveu, no começo de Janeiro, falando sobre a possibilidade de escrever pra Pessoa, ele cantou a primeira bola: escrever sobre...

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Adelaide Ivánova

É jornalista, fotógrafa, poeta e tradutora brasileira, nascida em Recife em 1982. Lançou os livros autotomy (...) (São Paulo: Pingado-Prés, 2014), Polaróides (Recife: Cesárea, 2014) e O martelo (Lisboa: Douda Correira, 2016; Rio de Janeiro: Garupa, 2017). Vive e trabalha entre Colônia e Berlim, na Alemanha. Foto de Pedro Pinho.




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