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Expressões que dão sono, coceira e outros lances

Foto: kiyun Lee



2019-01-22

Não, também não gosto de normatizar o que os outros deveriam dizer ou escrever. Este é apenas um comentário sobre expressões usadas aqui e ali. Elas me fazem sentir coisas e posso, então, comentá-las, certo? Mas estejam livres aí os que quiserem usar a égide, a tela e o que mais for para dar aquele verniz de dificuldade ou de pompa ao texto, em especial o acadêmico.

 

Estava lendo a chamada de um evento interessante a ocorrer no Brasil. Todo começo de ano é isto: tentando planejar as viagens a trabalho, os deslocamentos que valem a pena, os eventos que serão produtivos. Nem sempre dá certo e nem sempre é previsível, mas a gente tenta. E lendo a sinopse do que será o evento, deparei com a expressão “sob a égide”, nem me lembro mais de quê. O texto logo se embaçou diante de mim e fiquei sob a égide daquela expressão um tanto desencorajadora. Bateu um medinho. Não sei se deixaria de ir ao congresso por...

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Ana Elisa Ribeiro

É mineira de Belo Horizonte, onde trabalha e reside. É professora e pesquisadora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, onde atua na área de Linguagem e Tecnologia, em três níveis de ensino. Publicou mais de trinta livros para crianças, adolescentes e adultos, sendo os mais recentes os poemários Álbum (Relicário, 2018) e Dicionário de Imprecisões (Impressões de Minas, 2019). É colunista do Digestivo Cultural e da Revista Pessoa. Fotografada por Sérgio Karam.




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