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Andrea Antígona Beltrão

Foto: Andrea Beltrão em Antígona. Divulgação



2019-08-24

Antígona, já morta e tão viva, olhando em nossos olhos por todo o trajeto a dizer que é preciso erguer-se contra o pensamento do tirano, nas coisas mais simples e fundamentais.

 

 “O povo fala, meu pai – com medo, mas fala. Antígona deveria receber honras, ser homenageada pelo que fez” – Hémon diz a Creonte, na súplica pela vida da amada. Creonte não ouve o filho nem o povo, mantém a pena de morte para a sobrinha, continuando na derrocada para o fim da dinastia que representa. Sucumbe o tirano, e Tebas com ele.

Rendida à força de Andrea Beltrão que dividiu-se entre narradora, atriz e profetisa, a plateia acalenta sua última fala:  “Tebas não teve segunda chance, nós ainda temos muitas esperanças”. Sófocles, Jean Anouilh, Millor Fernandes, Amir Hadddad, Andrea,...

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Nilma Lacerda

Nasceu no Rio de Janeiro, onde vive. Autora de Manual de Tapeçaria, Sortes de Villamor, Pena de Ganso, Cartas do São Francisco: Conversas com Rilke à Beira do Rio, tem publicados ensaios e artigos científicos. Professora da Universidade Federal Fluminense e também tradutora, recebeu vários prêmios por sua obra, dentre os quais o Jabuti, o Prêmio Rio e o Prêmio Brasília de Literatura Infantojuvenil. No site da revista Pessoa, na Coluna Ladrinhos, Nilma publica quinzenalmente trechos das páginas lusófonas do Diário de navegação da palavra escrita na América Latina. O texto  ganhou talhe ficcional para publicação em Mapas de viagem, volume de contos que é fruto  de um projeto de formação de leitores. Ela também contribui com crônicas sobre o universo literário.




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