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O místico e o epifânico entre a memória e representação

Imagem: cena do filme



2020-04-02

Os espíritos invasores e as relações com a terra e com a língua que são reproduzidas no filme conduzem para muitas histórias e tesouros, para as feridas de um Brasil colonial que não cessa de deixar marcas.

 

Toda ideia de catástrofe e extinção, e também de sobrevivência, porta um enigma insondável que arrasta e nos faz lançar mão da ficção. Nestes dias de isolamento, invadida por um sentimento único diante da ameaça que se estabelece a partir de uma pandemia mundial, tenho visto e revisto alguns filmes que resgatam uma relação com a terra e sedimentam a possibilidade – ainda que trêmula – da palavra, com sua força estrondosa, de recriar mundos.

Em “Terra deu, terra come”, filme de Rodrigo Siqueira, memória e ficção se misturam na história do garimpeiro Pedro de Almeida (conhecido como Pedro de Alexina), um dos...

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Bianca Coutinho Dias

É psicanalista, crítica de arte, ensaísta, coordenadora do Cine Cult Usp- Ribeirão Preto, fundou o Núcleo de investigação em arte e psicanálise do Instituto Figueiredo Ferraz que coordenou de 2011 até 2016, escreve em revistas de arte contemporânea como Select e Amarello e é autora do livro Névoa e assobio em parceria com a artista e ilustradora Júlia Panadés. Acompanha artistas e participa de publicações e livros com textos críticos sobre arte, cinema e literatura. Fez História da arte na Faap e mestrado em Estudos contemporâneos das artes na Universidade Federal Fluminense. 




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