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Neutro

Foto: Greg Rosenke



2020-11-23

Há muita pretensão autoritária em um/a colega que se arvora a vir proibir usos de uma língua que ele crê que sejam dele, os corretos, os autorizados. Bem, não surpreende... porque isso é coerente com o contexto em que vivemos agorinha.

 

No mês de março do ano da graça de 2020, antes um pouco de esta pandemia infindável nos fazer esquecer de como era a vidinha antes, eu já havia publicado aqui um texto sobre questões políticas que se aliam às questões de gênero, numa coluna intitulada “Tem prescrição que é cega”. O mote lá foi alguma coisa que li ou que me disseram em torno da discussão sempre polêmica e irritada sobre os usos de o/a, x, @ e outras convenções de alguns (não de todos) para evitar o que uns consideram que seja violência, exclusão, apagamento,...

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Ana Elisa Ribeiro

É mineira de Belo Horizonte, onde trabalha e reside. É professora e pesquisadora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, onde atua na área de Linguagem e Tecnologia, em três níveis de ensino. Publicou mais de trinta livros para crianças, adolescentes e adultos, sendo os mais recentes os poemários Álbum (Relicário, 2018) e Dicionário de Imprecisões (Impressões de Minas, 2019). É colunista do Digestivo Cultural e da Revista Pessoa. Fotografada por Sérgio Karam.




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