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Nietzsche para tempos difíceis

Foto: Drew Beamer



2020-12-20

A pergunta que fica para os amigos ocultos do Zoom, nesse Natal, é: Temos a força de desejar essa vida de novo? Vivemos essa vida de forma intensa e alegre o suficiente para querer tudo de novo, como uma criança?

 

Voltar sempre ao Nietzsche, ao Zaratustra, retornar sempre ao eterno retorno. De quando em quando, de década a década, de pandemia a pandemia, que seja. Voltar. Embaralhar de novo as cartas, jogar os dados e fazer novas combinações, como uma criança que nunca cansa de brincar, que repete e repete e quer de novo porque gosta de dançar, errar e assoprar bolhas de sabão. Como Nietzsche, jamais acreditaria num Deus que não soubesse dançar. Uma filosofia que não saiba dançar também não merece a nossa atenção porque não se liberou do jugo da finalidade, da culpa, da racionalidade. Isso iria...

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Carla Mühlhaus

Jornalista e escritora nascida no Rio de Janeiro. Já foi ghostwriter, mas nunca gostou do termo. Fantasmas não existem e costumam ser invisíveis. Hoje é escritora viva, autora de Nos vemos em Marduk (Patuá) e À sua espera (Dublinense), entre outros. Reside atualmente em Portugal. 




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