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Agora não há mais nada entre nós e o fim do mundo

Sami Hilal. Reprodução



2021-03-15

 

Os poetas sempre conseguem antever a catástrofe e escrevê-la dando uma espécie de destino poético ao pior, como é o caso de Daniel Francoy que, ao longo do ano, nos convidou a pichar no muro dos becos esses pequenos curto-circuitos de lucidez: “não há mais nada entre nós e o fim do mundo”.

Há um ano escutei assustada a palavra pandemia sendo dita em todos os noticiários. Acabara de chegar de um retorno às origens mineiras e, ainda assombrada, às vésperas do meu aniversário, pressenti o fim de um mundo e um modo de viver se anunciando.

Hoje, em estado de anomia...

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Bianca Coutinho Dias

É psicanalista, crítica de arte, ensaísta, coordenadora do Cine Cult Usp- Ribeirão Preto, fundou o Núcleo de investigação em arte e psicanálise do Instituto Figueiredo Ferraz que coordenou de 2011 até 2016, escreve em revistas de arte contemporânea como Select e Amarello e é autora do livro Névoa e assobio em parceria com a artista e ilustradora Júlia Panadés. Acompanha artistas e participa de publicações e livros com textos críticos sobre arte, cinema e literatura. Fez História da arte na Faap e mestrado em Estudos contemporâneos das artes na Universidade Federal Fluminense. 




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