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Pessoa chegará a leitores de 27 países

Foto: Worldreader. Divulgação



2014-09-05

Em parceria pioneira com um veículo de comunicação em língua portuguesa, a Worldreader, organização americana que distribui e-books para 27 países, em 23 línguas, passa a disponibilizar o material da revista Pessoa para os seus leitores.

Com o lema “criando um mundo literário”, a maior organização mundial de promoção da leitura oferece acesso à sua biblioteca digital para famílias de baixa renda de duas formas: por meio de um programa de doação de e-readers para escolas de países como Gana, Quênia, África do Sul e Ruanda, entre outros, e de um aplicativo de celular otimizado para celulares de baixo custo.

Nos dois casos, os números impressionam. São 248 mil leitores por mês, cerca de 7 mil títulos disponíveis, entre clássicos em domínio público e ficção contemporânea do mundo todo. Desde de 2010, quando a Worldreader foi fundada pelo ex-executivo da Microsoft e da Amazon, David Risher, quase dois milhões de e-books já foram lidos.

No Brasil, a Worldreader já tem mais de mil leitores por mês. O objetivo é incrementar esse número nos próximos anos. O primeiro passo foi dado. “Nossa parceria com a Pessoa irá ampliar e diversificar significativamente o conteúdo que nós disponibilizamos em língua portuguesa e o número de leitores.”, diz Danielle Zacarias, Gestora Sênior da Worldreader, organização sem fins lucrativos, sediada em São Francisco, na Califórnia.

O conteúdo da Pessoa também será traduzido e disponibilizado para os leitores de língua inglesa da organização.

Com essa parceria, a revista Pessoa dá mais um passo no cumprimento dos seus objetivos: promover os autores de língua portuguesa além-fronteiras e levar literatura de qualidade para um número expressivo de leitores, apostando no potencial da leitura literária para aumentar competências.

Estudos de impacto patrocinado pela USAID, World Vision e Ausaid mostram que os leitores da Worldeader melhoraram em 94% sua habilidade de leitura oral e aumentaram em 50% a compreensão do texto falado e escrito,  além de alargarem a capacidade de interpretação de vocabulário desconhecido. Relatório da UNESCO - Reading in the mobile era publicado em abril apontou, entre muitos progressos, que 60% dos leitores da Worldreader passaram a ler mais depois que descobriram a leitura pelo aplicativo. Nesse estudo, 60% declararam também que a principal barreira para a leitura móvel é a falta de conteúdo disponível para celular.

Foto: cortesia/ Worldreader



Revista Pessoa
 



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