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Quem tem medo de George Sand?



2014-06-17

Autorretrato fragmentado. Vinte mil cartas, em 25 volumes, tipografia miúda, impressos entre 1964 e 1991 pela Garnier parisiense. Essa massa compacta de mensagens da autora francesa George Sand (1804-1876), reunidas, transcritas e anotadas por Georges Lubin, resultou na construção de complexo retrato de uma personalidade excepcional, cujos romances, exceto, talvez, Lélia (1833) e A pequena Fadette (1849), foram, pouco a pouco, caindo no esquecimento. Se a autobiografia da escritora, História de minha vida (1854-1855), tende a compor um perfil estrategicamente coeso, moldado para a posteridade, a correspondência exprime a incontestável clivagem do ser. Em suas cartas, segundo Lubin, “temos a...

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Marcos Antonio de Moraes
Marcos Antonio de Moraes é graduado em Letras; mestre e doutor em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Docente e pesquisador do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Membro da Equipe Mário de Andrade no IEB-USP. Desenvolve pesquisas interdisciplinares, focalizando as relações entre literatura brasileira e memorialismo (correspondência de escritores). Recebeu o Prêmio Jabuti de melhor livro na categoria Teoria/Crítica Literária, pela obra Câmara Cascudo e Mário de Andrade – cartas 1924-1944 (Global, 2010). Recebeu o prêmio Jabuti na categoria Ensaio e Biografia com o livro Correspondência Mário de Andrade & Manuel Bandeira (Edusp/IEB, 2000).




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