Guilherme Gontijo Flores

Poeta, tradutor e professor na UFPR, publicou os poemas de brasa enganosa (2013), Tróiades (www.troiades.com.br, site em 2014, impresso em 2015), l'azur Blasé (2016) e Naharia, que formam a tetralogia poética reunida em Todos os nomes que talvez tivéssemos (2020). Também carvão :: capim (2017, Portugal; 2018, Brasil), Arcano 13 (2022, em parceria com Marcelo Ariel), Entre costas duplicadas desce um rio (em parceria com o artista plástico francês François Andes) e Potlatch (2022), além do romance História de Joia (2019). Tem três plaquetes, ADUMBRA (2017), Pripyat (2019, com ilustrações de Vinicius F. Barth) e avessa: áporo-antígona (2020, em formato digital). Realizou o projeto Coestelário em parceria com Daniel Kondo, com poemas visuais em homenagens aos mortos de 2020, disponível no Instagram; em parceria com Kondo publicou também o poema visual A Mancha (2020). Como ensaísta publicou Algo infiel, com Rodrigo Gonçalves e fotos de Rafael Dabul (2017), A mulher ventriloquada (2018). É cofundador e coeditor do blog e revista escamandro e membro do grupo Pecora Loca, dedicado a poesia e performance e(m) tradução.

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